Bem vindo à Eurocidade Cerveira-Tomiño!

Do SmartMinho queremos dar as boas-vindas à Eurocidade Cerveira-Tomiño, que nesta quinta-feira, 4 de outubro, foi oficialmente estabelecida, dando mais um passo em sua história de cooperação e geminação.

Há quatro anos foi criada a Agenda de Cooperação Estratégica Amizade Cerveira-Tomiño, com um programa anual conjunto de atividades culturais e esportivas, com participação da cidadania, dentro do chamado “Orçamento Participativo Transfronteiriço” (OPT). Todo esse trabalho conjunto resultou na aprovação da constituição da Eurocidade de Cerveira-Tomiño, com a qual ambos os conselhos buscam continuar avançando na cooperação e gestão compartilhada de equipamentos e serviços públicos.

A cerimônia oficial aconteceu hoje no meio da Ponte Internacional da Amizade, com a presença dos dois governadores locais, Fernando Nogueira e Sandra González; Do gerente territorial em Pontevedra da Vice-presidência e Ministério da Presidência, Administração Pública e Justiça da Xunta de Galicia, Marta Mariño, e a vice-presidente do Comitê de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Ester Silva. Participaram também representantes da Marinha Espanhola e da Marinha Portuguesa; da Comunidade Emprego Galiza-Norte de Portugal, fiadores de fronteira, conselheiros municipais, vereadores e deputado provincial Uxío Benítez.




Abrimos um espaço virtual de participação para toda a cidadania transfronteiriça!

Nós pedimos que você participe para achegar opiniões, necessidades ou sugestões sobre o futuro e o desenvolvimento do território da raia

As pessoas interessadas em participar poderão fazê-lo através da web 

O processo participativo da ‘Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço 2030’ pretende chegar a toda a cidadania do território da raia e conhecer quais são as suas opiniões sobre como tirar rendimento de forma conjunta das potencialidades naturais e económicas que existem em ambas as duas margens. Para isso vem de pôr-se em marcha um inquérito virtual através da página web do projecto europeu Smart Minho -impulsionado pela Deputação de Pontevedra e,   CIM Alto Minho e a Fundação CEER-.

Através deste inquérito todas aquelas pessoas vencelladas de algum modo ao território do Rio Minho Transfronteiriço poderão plasmar as suas opiniões, necessidades e sugestões, reflectindo assim quais são os elementos que consideram mais relevantes, a sua valoração sobre determinados serviços (actividades culturais, mobilidade, serviços de educação e saúde, entre outros), ou o seu parecer sobre aspectos concretos como, por exemplo, o desenvolvimento de uma marca específica para os produtos locais ou a criação de uma marca turística.

Com a informação obtida, analisada e processada, elaborar-se-á um relatório de participação no que este inquérito será um fluxo de informação muito relevante para proceder à incorporação dos diferentes resultados do processo à versão definitiva da Estratégia final e o seu Plano de Acção. Toda a informação do processo participativo está disponível no seguinte enlace:  http:// smartminho.eu/participa/.

Este inquérito através da web do projecto permitirá completar outros mecanismos de participação como são as mesas sectoriais que arrancaram o passado 24 de setembro e que estão decorrendo com um grande sucesso de participação. Segundo explica o presidente da AECT Rio Minho, Uxío Benítez, é muito importante contar com a máxima participação com o fim de que as futuras linhas de actuações sejam consensuadas entre todas as partes implicadas tanto de modo directo como indirecto.

O nacionalista insiste, aliás, em que aquelas pessoas que não possam assistir às mesas sectoriais se somem igualmente ao processo de participação cidadã aportando as suas achegas e sugestões através da página web, no ‘Espaço virtual transfronteiriço de participação cidadã’ habilitado com essa finalidade e que estará aberto até finais de outubro deste ano. “Todas as aportacións, por pequenas que sejam, somam informação para poder potenciar um território tão rico como o do Minho na boa direcção”, finalizou.

A ‘Estratégia de Cooperação Inteligente’ do rio Minho Transfronteiriço enquadra-se dentro do projecto Smart Minho através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 ( INTERREG V-A) e está co-financiado ao 75 %, com um orçamento total de 942.022,47 euros.




Apostam criação de uma ‘Feira Cultural do Minho’ para reunir indústrias e público de ambas beiras do rio

A última mesa de participação para elaborar a ‘Estratégia 2030’ do território transfronteiriço propõe potenciar o comércio nos centros das vilas face à grandes superfícies dos arredores

Criar uma programação cultural própria no território transfronteiriço do Minho e pôr em marcha uma feira, um ‘Culturgal do Minho’, que potencie as indústrias e actores culturais de ambas beiras do rio e os ponha em contacto com o público: essas devem ser as apostas no âmbito cultural dentro da euro-região. Assim o indicaram os participantes na última mesa de trabalho organizada dentro do processo de elaboração da ‘Estratégia 2030’, um documento-guia que busca desenvolver o território transfronteiriço desde múltiplas perspectivas.

Estas ideias foram expostas por trinta de pessoas de associações culturais, representantes políticos câmaras municipais galegas e câmaras autárquicos, pessoal técnico autárquico, comunidades de montes e EURES, na sua participação dentro da mesa sectorial ‘Cultura e Comércio Tradicional’ que se celebrou a passada semana na sede do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Rio Minho, em Valença.

Neste encontro, cujo objectivo era recolher ideias sobre como potenciar a cultura e o comércio na zona transfronteiriça do rio, estiveram também os palestrantes Carmen Villarino, professora de filoloxía galega e portuguesa da Universidade de Santiago de Compostela, e José Alberto Rio Fernandes, presidente da Associação Portuguesa de Xeógrafos e Catedrático da Universidade de Porto, que fazem parte da equipa científica da Fundação CEER (Centro de Estudios Euro-regionais) para a elaboração da ‘Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço 2030’.

Em geral, os participantes na mesa coincidiram em que a dia de hoje a comunidade não tem sentimento de pertença ao território transfronteiriço devido a que este se eliminou da história comum já desde a escola.  Pôs-se de manifesto também a existência de travas burocráticas para contratações culturais no país vizinho, assim como  o trabalho voluntário não pago e poucos fundos que desenvolvem os colectivos de ambas beiras.

Ante isto, os representantes das associações solicitaram a posta em marcha de um circuito cultural da euro-região promovido desde as instituições, que seja integrante com as entidades locais, e que disponha de uma maior promoção e comunicação.

Por outra parte, as pessoas participantes qualificaram de muito interessante a possibilidade de pôr em marcha uma feira ou evento cultural, um ‘ Culturgal’ próprio a nível euro-regional, onde de modo anual se reúnam os diferentes actores das indústrias culturais da zona e o público geral num modelo similar ao que se celebra anualmente na cidade de Pontevedra, com zonas para os promotores participantes, conferências, apresentações, mesas redondas ou concertos para dar a conhecer as últimas novidades em música, livros, teatro ou cinema galego e português, neste caso.

Museu da região

Antes do debate conjunto sobre cultura foi o turno das exposições dos expertos. A palestrante Carmen Villarino destacou a importância da cultura como elemento distintivo de um grupo social  e a importância da identidade cultural. Assinalou que a cultura é uma questão transversal, uma ferramenta para a “organização da vida” que achega um sentimento/orgulho de pertença a uma única comunidade no território. Neste sentido, e dentro do âmbito do território transfronteiriço, sublinhou que é preciso recuperar e actualizar a história comum e identidade do contorno do Minho.

Para este objectivo estabeleceu a possibilidade de criar uma base dados comuns (associações, actividades…), mapas de elementos culturais e ferramentas interactivas, assim como inclusive um possível Museu da região ou, de modo menos ambicioso, exposições itinerantes com fundos arquivísticos bibliotecários. Também propôs a denominação de ruas com nomes de pessoas galegas ilustres em Portugal e vice-versa, aproveitar os instrumentos legais dos que se dispõe, e sobretudo, não deixar nunca de lado à povoação local, é quem sustenta a questão identitaria.

O comércio, esencia das vilas

Por sua parte, o palestrante Rri-o Fernandes centrou a sua conferência na potenciação do comércio tradicional, e sublinhou a necessidade de substituir o comércio anónimo dos arredores e centros comerciais pelo comércio do centro das vilas, mais próximo da gente e que dá qualidade de vida. O catedrático lembrou que o comércio tem um papel económico fundamental que não pode ser esquecido, assim como uma dimensão social e urbana, posto que é indispensável na constituição das vilas e cidades. Destacou o exemplo da pedonalização das ruas de Pontevedra, que definiu como um grande sucesso ainda que havia uma desconfiança inicial porque se considerava que seria um problema que os carros não puderam chegar ao centro das vilas, questão esta última que se demonstrou totalmente errónea.

Rio apostou cooperação entre comerciantes, e por fomentar a proactividade das instituições com respeito ao comércio. Também destacou como interessante fazer uma carta de ordenamento comercial, organizar noites brancas” (estabelecimentos abertos pela noite) em toda a região ou por municípios, ou identificar estabelecimentos comerciais singulares (antigos, de mobiliario…).

Mesa setorial sobre mobilidade

Depois da celebração das duas primeiras mesas sectoriais, nesta quarta-feira 3 de outubro terá lugar a próxima, que versará sobre ‘Mobilidade, serviços e turismo sustentável’. Desenvolverá na sede da AECT em Valença às 17 horas (hora galega)  e contará com a participação de Valerià Paül Faixa, Director da Fundação CEER  (Centro de Estudios Euro-regional), professor da Universidade de Compostela, xeógrafo e doutor em Planeamento Territorial e Desevolvemento Regional; e de   Xavier Martínez Cobas, professor de Economia Financeira e Contabilidade da Universidade de Vigo, que fazem parte da equipa científica da Fundação CEER para a elaboração da ‘Estratégia 2030’.

As pessoas interessadas em participar nesta mesa setorial poderão inscrever-se através da página web do SmartMinho, apartado de Participação.  Além disso, aquelas pessoas que não possam assistir às mesas sectoriais poderão somar-se igualmente ao processo de participação cidadã, achegando as suas ideias e sugestões através da página web no ‘Espaço virtual transfronteiriço de participação cidadã’ habilitado com essa finalidade e que estará aberto até finais de outubro.

A Estratégia de Cooperação Inteligente do rio Minho Transfronteiriço enquadra-se dentro do projecto Smart Minho através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e está #co-financiado ao 75 %, com um orçamento total de 942.022,47 euros.




Agentes sociais do território do Minho vêem necessário um convénio transfronteiriço de emergências e mais coordinação na luta contra o lume

Sucesso de participação cidadã na primeira mesa setorial celebrada nesta segunda-feira no marco da ‘Estratégia de Cooperação 2030’

Agentes sociais do território do Minho vêem necessário que as administrações galega e portuguesa assinem um convénio transfronteiriço de emergências e aumentem a sua coordinação na luta contra o lume. Assim o manifestaram representantes de entidades económicas, sociais e culturais, e pessoal técnico e político de ambas margens do rio durante a celebração da primeira mesa sectorial de participação para elaborar a ‘Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço 2030’, um documento que servirá de guia para desenvolver o território.

A primeira mesa de trabalho da Estratégia -intitulada ‘A governança no território transfronteiriço’- desenvolveu-se nesta segunda-feira no edifício Área Panorámica de Tui e contou com mais participação da prevista pela organização, que definiu a convocação como “um sucesso”. O encontro foi a primeira reunião interactiva na que os agentes sociais e económicos da zona puderam expressar as suas inquietações e propostas sobre o futuro do território Minho. Sobre a mesa pôs-se o debate do papel que devem jogar as diferentes administrações e inclusive a AECT Rio Minho nos problemas da povoação transfronteiriça.

No caso das emergências, os assistentes consideraram prioritário ter uma maior coordinação entre a parte galega e lusa, pondo como exemplo o caso do pára-quedista que tinha que ser resgatado ao ter problemas quando sobrevoava o território transfronteiriço: em terra não saía nenhuma equipa de resgate de nenhuma de ambas margens porque os mandatários consideravam que a emergência não entrava dentro das suas competências nem âmbito de actuação.

Por outra parte, também se tratou a importância de dispor de uma acção coordenada e conjunta no âmbito da luta contra o lume, uma política florestal global que aborde tanto médios e equipamentos de extinção como linhas para a prevenção. No debate lembraram-se os lumes do passado ano, quando as chamas passaram o rio Minho desde a parte portuguesa chegando com uma grande violência à província.

‘Know-how’ transfronteiriço

A mesa sectorial iniciou com a apresentação realizada por a  professora de Relações Internacionais e Administração Pública de Universidade do Minho, Sandrina Antunes, quem destacou a importância de reforçar o Agrupamento de Cooperação Territorial Rio Minho (AECT Rio Minho), através de uma coordinação eficaz com as entidades públicas e privadas, assim como de um processo participativo continuado com a cidadania. Além disso, insistiu na conveniência de  tirar partido do ‘ know-how’ já existente em matéria de cooperação transfronteiriça e na procura de novas oportunidades de financiamento que permitam que se consolide como uma estrutura jurídica que se sustenha só.

A seguir foi o turno dos assistentes  à mesa, que ressaltaram a necessidade da criação de uma cidadania partilhada que se traduza em serviços comuns. Muitas das pessoas participantes expuseram o anseio de que a AECT actue como interlocutor entre as autoridades locais e os governos estatais e regionais em matéria de cooperação transfronteiriça, assim como para representar os interesses do território em Bruxelas.

Durante as intervenções participaram também representantes da AECT Galiza-Norte de Portugal, ressaltando a importância de uma colaboração fluída entre ambas AECT para unir esforços e identificar objectivos comuns. Por sua parte, representantes do tecido asociativo manifestaram também o seu interesse em incrementar a colaboração com a AECT Rio Minho e com outros colectivos da zona para potenciar a cooperação.

A seguinte mesa sectorial, sobre ‘Cultura e comércio tradicional’, terá lugar nesta quinta-feira 27 de setembro às 17 horas (hora galega)  na sede da AECT em Valença. Contará com a participação de Carmen Villarino, professora de filología galega e portuguesa da Universidade de Santiago de Compostela, e de José Alberto Rri-o Fernandes, presidente da Associação Portuguesa de Xeógrafos e Catedrático da Universidade de Porto, que fazem parte da equipa científica da Fundação CEER (Centro de Estudos Euro-regional) para a elaboração da ‘Estratégia 2030′.

As pessoas interessadas em participar nesta mesa sectorial poderão inscrever-se através da página web do Smart Minho. Além disso, aquelas pessoas que não possam assistir às mesas sectoriais poderão somar-se igualmente ao processo de participação cidadã, achegando as suas sugestões através da página web, no ‘Espaço virtual transfronteiriço de participação cidadã’ habilitado com essa finalidade e que estará aberto até finais de outubro.

A Estratégia de Cooperação Inteligente do rio Minho Transfronteiriço enquadra-se dentro do projecto SmartMinho através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e está co-financiado ao 75 %, com um orçamento total de 942.022,47 euros.




Primeiro dia de participação pública para desenvolver a ‘Estratégia 2030’ com a qual desenvolver o território do Minho

A AECT faz um apelo aos agentes económicos e sociais da zona para que assistam nesta segunda-feira à mesa sectorial sobre ‘Governança no território transfronteiriço’

A nova fase de participação para desenvolver a ‘Estratégia de Cooperação do rio Minho Transfronteiriço 2030’ começa nesta segunda-feira 24 de setembro em Tui com a celebração da primeira mesa sectorial intitulada “A governançã no território fronteiriço”. Este é o primeiro encontro interativo com a população a desenvolver em consenso um documento guia sobre como desenvolver o potencial do território: a intenção é conseguir uma boa participação dos agentes socioeconômicos da área para expressar suas propostas, preocupações e visões sobre quais devem ser futuro do território do Minho.

A mesa setorial terá lugar no edifício da Área Panorâmica, às 17h00 e contará com a presença da professora de Relações Internacionais e Administração Pública da Universidade do Minho, Sandrina Antunes, e do professor de Economia Financeira e Contabilidade da Universidade de Vigo, Xavier Martínez Cobas. Eles fazem parte da equipe científica da Fundação CEER (Centro de Estudos Euroregionais) para a elaboração da ‘Estratégia 2030’.

As pessoas interessadas em participar na mesa do sector podem inscrever-se através da página web do Smart Minho. Da mesma forma, aquelas pessoas que não podem participar das mesas setoriais também podem participar do processo de participação cidadã, contribuindo com suas contribuições e sugestões através da página web, no ‘Espaço virtual de participação partilhada dos cidadãos’ habilitado para esse fim e que estará aberto até o final de outubro.

As seguintes mesas setoriais que serão realizadas abordam ‘Cultura e comércio tradicional’, no dia 27 de setembro em Valença; ‘Mobilidade, serviços e turismo sustentável’, no dia 3 de outubro também em Valença; e ‘Setores produtivos’, em 8 de outubro em Tui. Todos eles serão às 5 da tarde (hora galega).

Por detrás da Estratégia de Cooperação Inteligente do Rio Minho Transfronteiriço, conhecida como ‘Estratégia 2030’, é um programa de acção conjunta para actores públicos e privados no território do rio Minho, no norte de Portugal e sul da província de Pontevedra. Este trabalho de análise aprofundada do espaço transfronteiriço tem um horizonte futuro do novo quadro financeiro europeu 2023-2027 e terminará até ao final do ano com a celebração do II Fórum do Transfronteiriço do Minho.

‘A Estratégia 2030’ pretende desenvolver um plano de ação e implementar um processo capaz de envolver os atores públicos e privados (agentes económicos e sociais presentes no território) para ser um documento-guia da orientação das políticas públicas de desenvolvimento da área transfronteiriça do rio Minho, orientada e integrada numa perspectiva de valorização e aproveitamento económico e sustentável dos recursos do rio internacional.

A encarregada de impulsionar a estratégia e Agrupamento de Cooperação Territorial Rio Minho (AECT-Rio Minho), constituída pela Deputação de Pontevedra no território do Minho Ponte Vedra, e pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho português (CIM Alto Minho).

A Estratégia de Cooperação Inteligente do rio Minho Transfronteiriço faz parte do projeto Smart Minho através do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e é co-financiado a 75%, com um orçamento total de 942.022,47 euros.




A nova fase de participação da ‘Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço 2030’ começa com a celebração de 5 mesas setoriais

Cidadãos interessados em participar das reuniões podem se inscrever através da web

Também terão lugar reuniões entre as equipas de governo de ambas margens do rio Minho e realizar-se-á um inquérito online  

Após a realização do I Fórum do Rio Minho Transfronteiriço, celebrado em 21 de junho em Valença, abre agora um processo participativo para dar continuidade à elaboração da “Estratégia de Cooperação do Rio Minho Transfronteiriço 2030”. Este documento define as linhas de ação da próxima década no referido à cooperação entre a Galiza e Portugal no território do Minho, e gostaria de encontrar um consenso de todas as administrações para um programa de investimento territorial integrado, explica o deputado de Cooperação Transfronteiriça e diretor da AECT Rio Minho, Uxío Benítez.

Durante os meses de setembro e outubro, um total de 5 mesas setoriais serão realizadas sobre os ‘setores produtivos’; «Governançã no território transfronteiriço»; ‘Mobilidade, serviços e turismo sustentável’; e ‘Cultura e comércio tradicional’, todos abertos à participação de agentes sociais interessados. Além disso, e em paralelo, terão lugar várias reuniões com as equipes de governo das prefeituras das duas margens do rio.

Em particular, o quadro “Governança no território transfronteiriço” será realizado em 24 de setembro em Tui; as questões relacionadas com ‘Cultura e comércio tradicional’ serão abordadas no dia 27 de setembro em Valença; em 3 de outubro, em Valença, tratar os temas de ‘Mobilidade, os serviços e os turismo sustentável’, e a mesa sobre “Setores produtivos” será realizada em Tui em 8 de outubro. Os encontros serão em horário de tarde, para facilitar a participação cidadã, e as inscrições podem ser realizada através do site de Smart Minho, onde também estará a informação alargada sobre cada um dos encontros

Por trás da denominação Estratégia de Cooperação Inteligente do Rio Minho Transfronteiriço, ‘Estratégia 2030’, encontramos um programa de ação conjunta dos atores públicos e privados do território do rio Minho na área do norte de Portugal e sul da província de Pontevedra. Este trabalho de análise profunda do espaço transfronteiriço tem como horizonte futuro o novo quadro financeiro europeu 2023-2027 e terminará no final do ano com a celebração do II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço.

‘A Estratégia 2030’ desenvolve um plano de ação e implementa um processo capaz de envolver os atores públicos e privados (agentes económicos e sociais presentes no território) e será um documento-guia da orientação das políticas públicas de desenvolvimento da área transfronteiriça do rio Minho , orientada e integrada numa perspectiva de valorização e uso econômico e sustentável dos recursos do rio internacional.

A encarregada de impulsionar a estratégia e Agrupamento de Cooperação Territorial Rio Minho (AECT-Rio Minho), constituída pela Deputação de Pontevedra no território galego, e pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho português (CIM Alto Minho).

A Estratégia de Cooperação Inteligente do rio Minho Transfronteiriço faz parte do projeto Smart Minho através do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e é co-financiado a 75%, com um orçamento total de 942.022,47 euros.




A AECT Río Miño constitúe a súa asemblea xeral e comeza a traballar no seu plan de actividades para o 2018

A Agrupación Europea de Cooperación Territorial (AECT) Río Miño, constituíu hoxe a súa asemblea xeral, nun acto celebrado na sé da agrupación en Valença e presidido pola presidenta da Deputación de Pontevedra, Carmela Silva; o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, José María Costa; e o novo director da Agrupación, o deputado de Cooperación Transfronteiriza Uxío Benítez.

A celebración comezou coa toma de posesión dos integrantes da mesa, composta por vinte alcaldes e alcaldesas de Galiza e Portugal. En representación da franxa galega foron nomeados como delegados os rexedores e rexedoras dos concello de Arbo, As Neves, Salvaterra do Miño, Tui, Salceda de Caselas, Tomiño, O Rosal, A Guarda, Ponteareas e O Porriño. No referente ao territorio portugués, tomaron posesión os dez concellos que forman parte da CIM Alto Minho: Arcos de Valdevez, Monçao, Melgaço, Valença, Vilanova da Cerveira, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Viana do Castelo. Como presidente da mesa da asemblea resultou elixido o alcalde de Viana do Castelo e presidente do CIM Alto Minho, José María Costa, e pola súa parte, Marcos Besada, alcalde de Salceda de Caselas, foi designado como secretario, cargo que ambos ostentarán durante os próximos dous anos.

A presidenta da Deputación, Carmela Silva, destacou na constitución da asemblea da AECT Río Miño que “o mundo e os territorios soamente se cambian con xente que ten a forza e convicción de crer que se pode facer. Esta AECT nace porque hai moitas alcaldesas e alcaldes, moitas presidentas e presidentes de Cámaras Municipais, que cren nas potencialidades do seu territorio, que saben cales son as súas necesidades, e están dispostas e dispostos a construílo”.

Neste contexto, Silva amosou a súa satisfacción porque as persoas integrantes da Agrupación “vimos do mundo local e sabemos que neste mundo global o local xoga un papel fundamental para o desenvolvemento do territorio, pero tamén dos dereitos que a cidadanía debe ter e os servizos que se precisan para dar resposta ás súas demandas”. Para acadar estes obxectivos, a presidenta provincial destacou a necesidade de que o local ocupe maior espazo e xogue un papel na xestión e definición dos fondos europeos. “Ata o de agora as decisións están moi centralizadas nos estados e o local xoga moi pouco papel cando, sen embargo, somos nós quen damos resposta ás políticas de proximidade e de desenvolvemento do futuro”, asegurou a presidenta da Deputación.

Sobre a AECT Carmela Silva destacou o importante papel que desenvolve para “conseguir que se escoite ao mundo local tanto en Portugal como en España e para promover de xeito intelixente o territorio”. Neste eido, a presidenta provincial avanzou que neste mesmo mes de xuño a FEMP vai organizar en Pontevedra unha reunión do Norte de Portugal e Galicia para reflexionar sobre os novos retos do mundo local e a necesidade dun maior protagonismo para o municipalismo.

 

Plan de actividades 2018

O director da AECT Río Miño e deputado de Cooperación Tranfronteiriza, Uxío Benítez, explicou que a constitución da asemblea da agrupación foi “o último paso na formalización do esquema da AECT, e que partir deste momento comeza o traballo de desenvolvemento do plan de actividades para o 2018”.

Uxío Benítez sinalou que “este será un ano de transición dalgunhas das responsabilidades de xestión e seguimento de proxectos e expedientes ata agora asumidos pola xa desaparecida Uniminho”. Así mesmo, o deputado provincial adiantou que “entre as actuacións máis relevantes que afrontará a AECT nos próximos meses estará a consolidación institucional da agrupación na rexión, a promoción da coordinación dos proxectos transfronteirizos Smart Minho e Visit Rio Minho ou a promoción e a participación en novas candidaturas con finan

ciamento europeo”.

A AECT Río Miño nace co obxectivo de contribuír ao desenvolvemento e reforzar a cohesión económica e social do seu territorio. Ten como atribucións articular o espazo común, promover as relacións de cooperación territorial, aumentar a cohesión institucional do territorio de ambas marxes do rio Miño, promover o seu patrimonio cultural e natural, valorizar as potencialidades dos recursos endóxenos e consolidar unha marca turística común para os dous países.

Os dous socios principais da AECT son a Deputación de Pontevedra e a CIM Alto Minho, que aglutinan 16 concellos pontevedreses (A Guarda, O Rosal, Oia, Tomiño, Tui, O Porriño, Salceda de Caselas, Salvaterra de Miño, Ponteareas, As Neves, Mondariz, Mondariz-Balneario, Arbo, Crecente, A Cañiza e Covelo) e outros dez do norte de Portugal, abranguendo máis de tres mil quilómetros cadrados de territorio e 375.995 habitantes.

A creación da AECT Rio Minho foi impulsada polas accións de Estratexia de Cooperación Intelixente Transfronteiriza do proxecto Smart Minho, que conta cunha inversión de orzamento de 942.022,47 euros, cofinanciado ao 75% polo programa INTERREG VA POCTEP, fondos FEDER da Unión Europea.

Foto de Familia da Asemblea ACET Río Miño




I FÓRUM DO RIO MINHO TRANSFRONTEIRIÇO

Valença, 21 de junho de 2018

Escola Superior de Ciências Empresariais-IPVC

 

Organizam: Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Deputación de Pontevedra e Fundação Centro de Estudos Euro-Regionais

Atividade enquadrada no projeto SMART MINHO-ESTRATÉGIA DE COOPERAÇÃO INTELIGENTE DO RIO MINHO TRANSFRONTEIRIÇO, co-financiado em 75 % pelo FEDER através do POCTEP 2014-2020.

 

 

PROGRAMA

 

9:00 h    Receção de participantes, recolha de credenciais e documentação

 

9:30 h    Inauguração e mesa de autoridades: “O futuro estratégico do território do rio Minho transfronteiriço”

Participantes:

– Jorge Mendes, presidente da Câmara Municipal de Valença

Presidencia da Fundação Centro de Estudos Euro-Regionais

– M.ª del Carmen Silva Rego, presidenta da Deputación de Pontevedra

– José Maria Costa, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho

 

10:00 h  Painel I. As bases da estratégia de cooperação do rio Minho

Moderador: Uxío Benítez Fernández, deputado de Cooperação Transfronteiriça e diretor do AECT Rio Minho

“Análise territorial da incidência dos projetos Interreg no período 2007-13 na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal”

Orador: Valerià Paül, diretor da FCEER

“Apresentação do documento de base da estratégia”

Orador: Manuel Rodríguez, investigador da FCEER

 

10:45 h  Pausa para o café

 

11:15 h  Painel II. Mesas temáticas de debate sobre os principais eixos estratégicos e objetivos da Estratégia de Cooperação Inteligente

                  · Mesa núm. 1: “Os setores produtivos”

Orador: Francisco Carballo Cruz (Universidade do Minho) e Xavier Martínez Cobas (Universidade de Vigo)

                   · Mesa núm. 2: “A governança no território transfronteiriço”

Oradora: Sandrina Antunes (Universidade do Minho)

                  · Mesa núm. 3: “A mobilidade, os serviços e o turismo sustentável”

Orador: Rubén C. Lois (Universidade de Santiago de Compostela)

                   · Mesa núm. 4: “Cultura e comércio tradicional”

Orador: José Rio Fernandes (Universidade do Porto)

 

12:45 h  Exposição das conclusões provisionais por parte dos relatores da equipa científica

Moderador: Fernando Brito Nogueira, presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira e vice-diretor da AECT Río Miño

 

13:15 h  Encerramento dos trabalhos

Representante da Presidência da Xunta de Galicia*
Representante da Presidência da CCDR-N*

(*a confirmar)

 

13:30 h  Brunch/Networking

 




Uxío Benítez eleito diretor do novo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Rio Minho

O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho vem de iniciar a constituição formal dos seus órgãos com a nomeação do seu primeiro diretor: o deputado de Cooperação Transfronteiriça da Deputación de Pontevedra, Uxío Benítez. O mandato do nacionalista à frente da nova entidade de cooperação durará dois anos e no 2020 passará ao regedor da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira.

Uxío Benítez destacou que “o desafio durante estes dois anos de mandato será consolidar o AECT como um instrumento de política transfronteiriça no território do Minho”. Também assegurou que a entidade “estará ao serviço da cidadania e de todos os concelhos e câmaras municipais que a conformam”. O responsável provincial lembrou mais uma vez a relevância do nascimento desta nova entidade e da “importância desta área de atuação”, enquadrada no meio do eixo Vigo-Porto (com 3,5 milhões de habitantes) e em que se desenvolve praticamente a metade dos fluxos de veículos ligeiros entre Espanha e Portugal.

Conforme o estabelecido nos estatutos do novo AECT, a direção terá sempre carácter rotativo bienal e alternará entre os dois parceiros que a conformam: a Deputación de Pontevedra e a CIM Alto Minho. Assim, durante os dois primeiros anos o cargo de vice-diretor recairá num representante português e depois passará a um representante da Deputación de Pontevedra. Ademais da direção, o novo organismo conta já com um Conselho de Coordenação composto pela deputada Montse Magallanes e o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, ambos como vogais da instituição.

Como disse o deputado de Cooperação Transfronteiriça, Uxío Benítez, o seguinte passo dentro do processo de formalização do AECT será a constituição da Assembleia Geral, prevista para o próximo mês de maio, e na que previsivelmente estarão representadas as câmaras municipais e os concelhos do território do Minho.

Defesa da gestão compartida dos serviços

O AECT Rio Minho é um novo instrumento estável de desenvolvimento com personalidade jurídica própria que tem por objetivo a defesa da gestão compartida dos serviços entre todos os atores existentes arredor do rio Minho. Além disto, a entidade tem capacidade para optar a fundos europeus e geri-los, bem como para promover e organizar ações de cooperação no território de forma direta.

Os dois parceiros principais do AECT são a Deputación de Pontevedra e a CIM Alto Minho, que aglutinam 16 concelhos da província de Pontevedra (A Guarda, O Rosal, Oia, Tomiño, Tui, O Porriño, Salceda de Caselas, Salvaterra de Miño, Ponteareas, As Neves, Mondariz, Mondariz-Balneario, Arbo, Crecente, A Cañiza e Covelo) e outros dez do norte de Portugal (Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Ponte de Lima e Ponte da Barca), o que abrange mais de três mil quilómetros quadrados de território e 375.995 habitantes.

O impulso para a criação do AECT Rio Minho está enquadrado dentro das ações de Estratégia de Cooperação Inteligente Transfronteiriza do projeto Smart Minho, liderado pela Deputación de Pontevedra e que conseguiu um investimento de 942.022,47 euros, dos quais o 75 % está cofinanciado pelo programa INTERREG V-A POCTEP dentro dos fundos FEDER da União Europeia.




O Minho, uma fronteira que une

O Minho é uma fronteira natural que, longe de separar, une. A fronteira mais povoada entre Espanha e Portugal, com perto de 376.000 habitantes, serve de nexo de união para uma região de grande valor turístico, patrimonial e ambiental e com um valor cultural e linguístico comum.